Seguro Cibernético: você sabe o que é?

Com o avanço da tecnologia e as novas formas de trabalho, muitas empresas começam a procurar alternativas para se proteger contra ataques de hackers. Umas das formas de realizar essa proteção é com o seguro cibernético.

Muitas organizações não tinham o preparo para manter a segurança virtual e com grande parte dos colaboradores trabalhando no modo home office, devido a pandemia, os ataques de hackers estão mais comuns, segundo reportagem no jornal Valor Econômico. Dessa forma, as seguradoras estão alertando seus clientes a respeito do seguro cibernético e suas vantagens para as instituições.

Neste post iremos explicar o que é o seguro cibernético, quais as empresas que podem adotar essa cultura de proteção de dados, as vantagens em possuir esse serviço, o que o seguro cibernético cobre e quais medidas adotar para possuir maior proteção para o seu negócio. Boa leitura!

O que é o seguro cibernético?

O seguro cibernético pode ser conhecido com diferentes nomes como seguro cyber ou seguro para riscos digitais, dependendo da seguradora. Seu foco é para todo tipo de instituição, não somente para as que atuam na área de tecnologia, pois hoje em dia todas as empresas trabalham com dados e informações em servidores ou na nuvem.

As empresas de tecnologias estão mais expostas a esse tipo de ataque, porém, a cultura de proteção cibernética deve ser adotada por todas as empresas, independente do ramo de atuação. Segurança e proteção nunca é demais quando se trata de dados e informações.

seguro cibernético segurança de dados

O seguro cibernético funciona como uma proteção para a sua empresa contra ataques de hackers, evitando o compartilhamento de informações falsas sobre a instituição, a disseminação de dados confidenciais internos e de clientes, ameaça de extorsão cibernética e violação de privacidade.

Agora que você sabe o que é o seguro cibernético, entenda um pouco mais das vantagens em possuir esse serviço para a sua empresa.

Quais as vantagens em adotar um seguro cibernético?

A tecnologia já se faz presente em nossas vidas, não é mais algo para um futuro distante. Estamos conectados o tempo todo, temos acesso a todo tipo de informação na palma das mãos. Compartilhamos informações com diferentes pessoas e empresas, porém não queremos que esses dados acabam sendo utilizados de maneira errada.

Se preocupar com a proteção da sua empresa e, principalmente, dos seus clientes de ataques virtuais é sua responsabilidade. 

Com a LGPD as empresas já se viram obrigadas a mudar sua forma de coleta, armazenamento e compartilhamento de dados. Deixando o consumidor mais seguro sobre as responsabilidades da empresa, caso alguma informação for utilizada de maneira equivocada. 

Com a possibilidade de um seguro cibernético as empresas ficam mais tranquilas contra ataques, por ser um risco atual, contam com auxílio caso essa situação ocorra. É mais segurança para você, sua empresa e seus clientes.

Agora que você entende a importância e vantagens em possuir o seguro cibernético, saiba quais as situações que ele cobre.

O que o seguro cibernético cobre?

Dependendo da seguradora as cláusulas podem mudar, mas basicamente o seguro cibernético cobre:

  • o reembolso causados por ações judiciais envolvendo terceiros; 
  • danos morais;
  • violações de privacidade e à rede corporativa, quando alguma informação que é de responsabilidade do segurado é perdida;
  • responsabilidade de mídia, quando o segurado é acusado de plágio, pirataria, apropriação indébita ou roubo de ideias;
  • gerenciamento de crise, 
  • restauração de informações, 
  • notificação dos envolvidos entre outros.

As seguradora também podem oferecer coberturas adicionais do seguro cibernético, dependendo dos serviços prestados para seguros empresariais.

Quais as medidas para garantir maior segurança?

A dúvida mais comum é saber quais as maneiras das empresas se protegerem e garantirem maior segurança para não sofrer nenhum tipo de ataque.

Um dos primeiros passos é implementar a cultura de proteção de dados. Entender a importância de estar adequado a Lei Geral de Proteção de Dados, saber que todos os tipos de negócio, não somente a tecnologia, devem possuir formas de se prevenir contra ataques de hackers.

Tendo consciência que a sua empresa também pode sofrer com esse tipo de ataque, implemente ações relacionadas ao meio tecnológico. Podendo prevenir vazamento de informações ou fácil acesso de terceiros em programas internos.

Converse com empresas focadas na prestação de serviços para proteção de dados. Assim é possível verificar quais as falhas do seu sistema, quais as medidas para correção e possíveis treinamentos de equipe. Com os colaboradores instruídos é possível evitar falhas de segurança.

Outra maneira de se proteger é com o seguro cibernético. Com grande procura no Brasil, principalmente durante a quarentena, pois as empresas adotaram as pressas o trabalho home office. Sem muito preparo ou organização, diversas empresas viram a fragilidade nos seus sistemas de segurança.

Assim que a situação se normalizar é um bom momento de procurar formas de proteção, para não ocorrer prejuízos maiores.

Cuidado e proteção com dados e informações é um dever de todas as empresas, por isso, procure maneiras de proteger a sua. Evitando problemas futuros com ataques de hackers, quebra de segurança e perda de dados.

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Conheça mais sobre a Lei Geral de Proteção de Dados

Com o amplo uso das tecnologias, diversas ações ficaram muito mais práticas e rápidas.

Hoje é possível ter um banco inteiramente digital; realizar compras em lojas online sem a necessidade de provar o produto fisicamente, através de tecnologias é possível simular em tamanho real e no ambiente a aplicação do objeto ou até mesmo cosméticos; sem contar na incrível facilidade de ter tudo na palma da mão.

É tanta comodidade que em alguns e-commerces não precisamos nem preencher as informações uma segunda vez. Conhecido como compra com um click, você deixa armazenada as suas informações para compras futuras. Mas você já chegou a pensar na quantidade de dados pessoais fornecidos para realizar essas operações?

Para entender um pouco mais sobre esse assunto, com o tratamento das informações recebidas, a lei geral de proteção de dados, as vantagens para o consumidor e a responsabilidade das empresas é só acompanhar esse post. Boa leitura!

Importância da proteção de dados

Após diversos escândalos com vazamento de informações começamos a entender melhor a importância da proteção de dados. Pois, para acessar diferentes sites é necessário realizar cadastros e informar uma quantidade gigantescas de dados pessoais.

Sem contar quando aceitamos os termos de uso e nem lemos as condições. Em muitos destes casos liberamos o acesso a nossa localização, fotos, contatos, áudio e vídeo através dos equipamentos que utilizamos para acessar o site.

Você já deve ter passado pela situação de conversar com um amigo sobre determinado produto ou marca e após navegar pelas redes sociais encontrar anúncios sobre o tema. Essas informações são recolhidas sem nos darmos conta.

O pior não é receber anúncios sobre algo que temos interesse, mas não saber o que essas empresas estão fazendo, de fato, com os dados que fornecemos a elas. Por esse motivo, a proteção de dados se tornou um tema muito discutido e vai virar lei no Brasil.

Quer saber mais sobre a Lei Geral de Proteção de Dados? Acompanhe o post e fique por dentro.

Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais ou LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, LGPD, foi aprovada em Julho de 2018 para entrar em vigor em Agosto de 2022. Seu objetivo é garantir transparência no uso dos dados dos consumidores em diferentes meios.

A LGPD tem como base o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados, ou General Data Protection Regulation, GDPR, que é a regulamentação europeia sobre as regras relacionadas os direitos de liberdade, privacidade na coleta, armazenamento e compartilhamento de dados pessoais. Mantendo a proteção dos dados de pessoas físicas sob pena de multas.

No Brasil, os dados pessoais são entendidos pela lei como, qualquer informação relacionada à pessoa. E o tratamento de dados como as operações realizadas com as informações coletadas.

A lei evita que diferentes dados sejam coletados sem o consentimento do usuário e que essas informações, que deveriam ser confidenciais, sejam comercializadas sem a autorização do responsável. O texto contém nove hipóteses referente ao tratamento lícitos de dados. Sendo as principais: consentimento explícito do responsável pelos dados e o legítimo interesse.

Já para as empresas, os princípios da lei com maior destaque são: necessidade dos dados coletados e transparência. Ou seja, muitas empresas acabam solicitando dados que não são utilizados ou que não fazem diferença para o negócio. 

Com a lei, as empresas se obrigam a solicitar somente as informações necessárias. Sendo adequadas, relevantes para a relação com o consumidor.

Vantagens para a pessoa física

Com a aplicação da lei, o consumidor terá mais recursos a seu favor. As pessoas físicas terão mais segurança no momento de fornecer os dados, sendo que estão amparadas por lei.

Além disso, a qualquer momento, é possível cancelar, corrigir ou solicitar sua exclusão nos locais cadastrados. Dando ao consumidor mais autonomia e controle sobre os dados fornecidos. E a possibilidade, caso necessário, de punir os responsáveis por dano causado ou uso indevido das informações.

O consumidor também tem o direito de solicitar informações sobre a privacidade dos seus dados sempre que achar necessário. A empresa, por sua vez, é obrigada a retornar de forma urgente a solicitação.

Responsabilidades das empresas

As empresas devem ficar atentas ao prazo e se adequar para não sofrer multas, esse é o primeiro passo. Além disso, é importante organizar a cultura empresarial para que os procedimentos internos estejam de acordo com os solicitados em lei.

Realizando um mapeando detalhado dos processos de solicitação, armazenamento e compartilhamento de dados. Quem tem acesso a essas informações, sendo colaborador interno ou terceiro e para onde elas vão. Após a análise, a empresa conseguirá medir o seu nível de segurança e tomar as devidas alterações para estar dentro da lei.

Existem empresas de tecnologias focadas em serviços de consultoria para ajudar outros negócios a se adequarem.

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O que o dono de uma pequena empresa precisa saber sobre seguros

 

Um seguro comumente contratado pelas empresas é o Seguro Compreensivo Empresarial. Ele tem uma função parecida com a do Seguro Residencial. O que muitos não sabem e acabam não aproveitando é que, também como ocorre no Seguro Residencial, o Seguro Empresarial também pode ter serviços de assistência que podem ser acionados durante a vigência. Desta forma, mesmo que o seguro não seja utilizado por causa de um sinistro (tanto melhor, aliás), o empresário pode chamar eletricistas, encanadores e serviços de descarte, por exemplo, sem precisar pagar a mais por isso, e gerando economia para o negócio.

 

E, se o empresário contrata o Seguro Compreensivo por entender que algo de ruim pode acontecer com sua empresa, convém lembrar que, na mesma hora, membros da sua equipe podem estar dentro da empresa. Aqui entra a proteção fornecida pelo Seguro de Vida.

 

O Seguro de Vida vai garantir que a empresa não precise retirar do caixa o valor para indenizar ou o colaborador no caso de uma invalidez, ou sua família no caso de morte, além de evitar multas sindicais nos casos em que o ramo da empresa tem uma convenção coletiva que exige este seguro.

 

Além disso, o próprio empresário pode incluir para si coberturas diferenciadas, aproveitando que a contratação como pessoa jurídica é mais barata do que como pessoa física.

 

Tanto no Seguro Compreensivo Empresarial quanto no Seguro de Vida, deve-se estar atento para a contratação de coberturas pertinentes, e com valores suficientes. Assim, garante-se que, se necessário, a indenização será recebida, e num valor que realmente fará a diferença.

 

E, é claro, existem outros seguros que podem tanto ajudar na proteção financeira quanto na retenção de talentos. É o caso, por exemplo, dos seguros de Responsabilidade Civil e seguro Saúde.

 

Para mais informações, ou cotações, fale conosco: 47 3222 0284 ou sorella@sorellaseguros.com.br.

3 Dicas para reduzir custos com seguros

 

A teoria é simples: Quanto menos risco você ou seu negócio oferecem, menos as companhias seguradoras precisam cobrar. Veja todas as dicas:

 

1 – Na empresa, faça Gerenciamento de Risco

Já escrevemos aqui sobre as vantagens do gerenciamento de risco. Ter sistemas de segurança, extintores e sprinklers, por exemplo, ajudam a puxar para baixo os custos do seguro, além de prevenirem a própria necessidade de acionar o seguro por conta de um sinistro.

 

2 – No caso do Seguro de Vida

Aqui temos mais 3 “sub-dicas” 🙂

a – Cuide da saúde
Há uma Declaração de Saúde no momento da contratação do Seguro de Vida Individual que precisa ser preenchida pelo cliente. Quanto melhor nosso histórico de saúde, maior a aceitação e menores as chances de o seguro custar mais.

b – Contrate ainda jovem
Faixas etárias maiores demandam investimento maior, mas a contratação quando ainda somos jovens ajuda a manter os custos mais acessíveis à medida em que a idade avança.

c – Contrate como PJ
É bem comum que um Seguro de Vida em Grupo permita a contratação para sócios e colaboradores pelo mesmo valor de um seguro individual.
Claro que isso depende da quantidade de vidas no grupo, mas geralmente, uma mesma cobertura e um mesmo valor de cobertura, por pessoa, ficam mais baratos por pessoa no seguro de vida empresarial.

 

3 – Contrate com Corretor de Seguros

Mesmo aqui no site da Sorella temos as opções de contratação online. Entretanto, como em qualquer site em que você tiver esta opção, a contratação online direciona para o site de uma seguradora específica. Neste caso, você fica sem o comparativo que o corretor faria para você consultando as demais seguradoras. Contratar online torna-se interessante se você faz questão daquela seguradora específica e, melhor ainda, se você adquiriu através do site com a consultoria do corretor.
Evite também a contratação de seguros com banco, pois normalmente o banco tem apenas uma seguradora parceira, e novamente você fica sem parâmetros.
Para não deixar de ter um comparativo, nada como ter um corretor que esteja cadastrado nas mais diferentes seguradoras para ter certeza de que a melhor cotação foi encontrada para você.

Para mais dicas ou cotações, entre em contato:
47 3222 0284 ou sorella@sorellaseguros.com.br

Alerta sobre Seguro Empresarial: Conheça a Cláusula de Rateio

Na tentativa de reduzir custos com seguros, muita gente costuma contratar coberturas com valores mais baixos que o ideal. Um exemplo típico: no seguro auto, coberturas contra terceiros que podem não servir para repor nem o para-choque de determinados modelos de veículos.

E o fato de os brasileiros normalmente contratarem coberturas insuficientes acaba levando a um problema maior no caso dos seguros compreensivos empresariais/patrimoniais. Neste caso, o problema vai além da possibilidade de não receber o suficiente: Pode-se não receber nem mesmo o valor da cobertura contratada, devido à chamada “cláusula de rateio”.

Quando existe a cláusula de rateio, o segurado assume uma proporção da indenização do seguro quando o valor em risco declarado for inferior ao valor em risco apurado no momento do sinistro.

Portanto, com Risco Relativo, em que o bem segurado pode não ter dano total, aplica-se o rateio (diferentemente de quando a contratação é com Risco Absoluto, em que a seguradora assume o total do prejuízo, limitado apenas ao limite da garantia e deduzindo as possíveis franquias).

Como o Risco Relativo é comum no seguro compreensivo (já que o bem segurado pode não ter dano total), convém conferir um exemplo de rateio:

Imaginemos que o segurado tenha informado que a Importância Segurada (IS) é de R$ 100.000,00. Ocorrido o sinistro, o perito (regulador de sinistro) apurou o Valor em Risco (VR) e esse valor era de R$ 200.000,00. E o prejuízo foi igual a R$ 40.000,00.

Como há insuficiência, ou seja, IS < VR será aplicada a cláusula de rateio e o valor da indenização será conforme fórmula abaixo:

Indenização = (IS/VR) × Prejuízos

Ou seja:

Indenização = (100.000,00 / 200.000,00) x 40.000,00
Indenização = R$ 20.000,00

Neste exemplo, reparamos que, mesmo com cobertura acima do valor do prejuízo, ainda acaba-se por não receber o suficiente para repor este prejuízo.

Nos casos em que há franquia e rateio, simultaneamente, primeiro aplica-se a franquia e, depois, as regras do rateio.

Assim, no momento da contratação e da renovação do seguro empresarial, deve-se atualizar o valor da cobertura, tanto pelo CUB (Custo Unitário Básico de construção) quanto por possíveis investimentos na estrutura. Assim você garante que não vai precisar arcar com parte do prejuízo mesmo tendo seguro.

A conta acima, envolvendo cláusula de rateio, não acontece no seguro residencial. No residencial recebe-se o valor contratado (limitado ao CUB). Mas claro que, mesmo não havendo rateio, você deve também conferir se o valor declarado é o suficiente para repor possíveis prejuízos. Ex.: Seu imóvel vale R$ 300 mil e, num incêndio, você perdeu tudo. E você contratou seguro para garantir R$ 200 mil. Neste caso, você recebe os R$ 200 mil sem rateio, mas acaba não sendo o total da sua perda.

Achou complicado? A Sorella está aqui para lhe ajudar com a parte “chata” da análise, para que você possa focar nos seus negócios enquanto garantimos sua tranquilidade.

Fale conosco: 47 3222 0284 ou sorella@sorellaseguros.com.br.

Sorella é notícia na Taba Magazine com dicas sobre Seguros

Clique aqui para acessar a entrevista com Dalva Beduschi, Diretora da Sorella Consultoria e Corretora de Seguros.

A reportagem apresenta informações sobre o mercado segurador, e sobre as soluções: Seguro de Vida, Seguro Saúde, Seguro Residencial, Seguro Auto, Previdência Privada, entre outros.

Errata:

Na matéria, onde consta a informação de que apenas 7% dos motoristas não têm seguro auto, a informação correta seria: 70% dos motoristas não tem seguro auto (apesar de este ser o seguro mais comercializado).

 

Para mais informações ou cotação de seguro, entre em contato:

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Sócios podem garantir sucessão empresarial com Seguro de Vida

 

Para quem não conhece o termo, a “sucessão empresarial” é o processo pelo qual passa uma empresa que transfere poder e capital de um dirigente atual para um que vai substituí-lo.

A sucessão pode ocorrer simplesmente porque um sócio ainda em vida pode transmitir suas funções para um substituto (processo muito comum em empresas que têm muito tempo de mercado, quando uma geração mais jovem é colocada para dar continuidade à administração).

Também muito frequente é a sucessão que ocorre por falecimento de um sócio. Nesta situação, sua parte da empresa passa a ser dos herdeiros legais. E os sócios remanescentes acabam precisando comprar da família aquela parte da sociedade já que eles podem não querer fazer parte do negócio.

E é aqui que o Seguro de Vida pode garantir tranquilidade para a continuidade dos negócios:

Os sócios de um negócio podem aproveitar o próprio Seguro de Vida que normalmente já é contratado para a equipe, colocando os sócios entre si como beneficiários uns dos outros.

Desta forma, caso um dos sócios venha a faltar, a indenização que os demais sócios recebem pode ser utilizada para comprar da família aquela parte do sócio ausente.

Vantagem adicional para herdeiros:

Na perda de um provedor, a utilização do Seguro de Vida para garantir a sucessão empresarial também representa um amparo e tranquilidade de não se preocupar em assumir a administração de um negócio.

 


Solicite cotação:

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5 Procedimentos para reduzir fraudes e preços de seguros

Mesmo quando não há uma fraude, existem fatores que já acabam levando a um aumento no preço dos seguros. Por exemplo: se ocorre de mais veículos serem furtados e poucos deles serem recuperados, naturalmente o valor de investimento em seguro tende a aumentar (ao mesmo tempo em que o próprio seguro se mostra mais necessário).

A fraude acaba por também impactar nos preços dos seguros, pois aumentam a ocorrência de sinistros.

Aqui estão 5 medidas que você pode e deve tomar para reduzir fraudes:

1 – Não agrave os danos para provocar perda total;

2 – Utilize informações legítimas para contratar o seguro. Exemplo: no seguro auto, informe a idade correta do condutor, endereço real do pernoite do veículo, etc.;

3 – Acione a seguradora para danos causados a terceiros somente se você foi realmente o culpado pelo acidente;

4 – Não empreste a carteira do seguro saúde;

5 – Ao contratar seguro saúde ou seguro de vida, não esconda a pré-existência de doenças.

 

Com estas atitudes, você garante que vai realmente receber indenizações devidas (já que é um direito da seguradora não indenizar em caso de fraude), além de ajudar a reduzir os custos com seguros.

Um corretor realmente capacitado e de confiança pode ajudar na contratação consultiva e correta.

Fale com a Sorella:
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Vídeo: Vantagens do Seguro de Vida em Grupo para empresas

 

Para ir diretamente para o vídeo, clique aqui. Se preferir ler, veja abaixo:

Vantagens do Seguro de Vida em Grupo para empresas

Quais as vantagens do seguro de vida coletivo?

Para empresas, o seguro de vida garante que a seguradora vai indenizar a família do colaborador (ou o próprio colaborador, no caso de uma invalidez) de modo que empresário não precise comprometer o caixa da empresa para pagar os valores devidos em caso de sinistro.

 

Quais as coberturas que se pode contratar?

Temos as coberturas mais básicas, como as existentes para os casos de morte ou invalidez, que podem se estender também para os casos de sinistros com cônjuges e filhos do colaborador, mas também pode-se incluir coberturas como: prever cestas básicas, cesta natalidade, entre outras que ajudam a reter talentos nos empreendimentos.

E, indo além, há a cobertura de Rescisão Contratual, que acaba sendo uma indenização também para a empresa, que poderá utilizar os valores para os custos de rescisão ou contratação de um novo colaborador.

 

A partir de quantas vidas pode-se contratar?

Atualmente, o MEI (Micro-Empreendedor Individual), ou seja, próprio empresário, já pode aproveitar os benefícios do seguro de vida empresarial.

 

Como funciona o faturamento e como são os custos envolvidos?

Para o faturamento, a corretora se comunica com o RH da empresa dentro do período de faturamento para conferir as mudanças que possam ter ocorrido na equipe de modo a enviar as informações atualizadas para a seguradora e também conferindo a fatura antes do envio para o cliente, de modo a garantir que todos estejam segurados e que não se esteja pagando para mais gente que o necessário.

Em relação a custos, o seguro de vida empresarial permite a contratação por valores bem mais acessíveis que um seguro de vida individual (pessoa física), chegando, muitas vezes, a representar uma economia de 50%.

 

Dicas e alertas adicionais:

Além do mais, pode-se contratar coberturas e diferentes valores de cobertura de acordo com os diferentes níveis hierárquicos dentro da empresa.

Até mesmo para evitar multas sindicais e ações trabalhistas, também ajudamos a conferir se não há uma convenção coletiva que exija coberturas específicas.

Para cotações, entre em contato: 47 3222 0284 ou sorella@sorellaseguros.com.br

Vídeo – Mais liberdade com Seguro Saúde: reembolso de atendimento particular

Clique aqui para ir diretamente para o vídeo, ou, se preferir, leia as dicas abaixo:

Para quem se preocupa com a possibilidade de precisar de tratamentos de saúde caros que poderiam ser bancados pelo plano, uma solução semelhante ao plano de saúde, mas que vai além, é o Seguro Saúde.

O Seguro Saúde também apresenta rede referenciada que igualmente contempla hospitais, laboratórios, consultórios médicos e clínicas, mas permite que o cliente procure profissionais da sua preferência para consultas e procedimentos e, em seguida, receba de volta os valores pagos por procedimentos cobertos pelo rol da ANS e dentro dos limites contratuais.

Outra diferença é que o plano de saúde normalmente só da a opção padrão de ou enfermaria ou quarto. Já o Seguro Saúde pode ter reembolso e coberturas diferentes por cargos.

Assim como outros benefícios (Seguro de Vida, por exemplo), o Seguro Saúde potencializa as condições de saúde dos funcionários, trazendo melhores resultados para os negócios.

Como o Seguro Saúde tem abrangência nacional e pode não ser necessário para toda a equipe, os empresários podem até manter o plano de saúde dos colaboradores, e contratar Seguro Saúde para o quadro societário.

Para contratar, quantas vidas são necessárias?
Apenas 3 vidas. Ou seja, pode ser o empresário, esposa e filho, por exemplo.

Uma dica para economizar:
No Seguro Saúde, se desejar um valor de investimento mais em acessível, pode-se contratar só para grandes riscos (cirurgia e internação, sem consultas e exames). Fica pela metade do custo.

Então, lembre-se:
Seguro Saúde funciona como o plano de saúde porque há a opção de ir na rede referenciada, mas com Seguro Saúde você pode ser atendido como particular e solicitar reembolso. O que lhe dá mais liberdade.

Para cotações:
47 3222 0284 ou sorella@sorellaseguros.com.br