Você está financeiramente pronto para imprevistos ou para a aposentadoria?

 

O preparo financeiro para qualquer situação não é o mesmo que ter um grande patrimônio ou uma grande renda. Se você já está numa situação mais confortável, tanto melhor. Mas há medidas que você pode e deve tomar mesmo ainda distante da independência financeira.

Estar financeiramente pronto para imprevistos ou aposentadoria é:

1 – Assumir o controle sobre suas finanças

Para isso, você deve ter um controle do que entra e do que sai (valem planilhas e aplicativos), lembrando que é mais importante o que você faz com o que ganha do que quanto você ganha.
Reduzir os grandes gastos (moradia e automóvel, por exemplo), em vez de apenas cortar o cafezinho, vai ajudar a baixar outras despesas atreladas e você terá mais dinheiro para os demais passos.

2 – Blindar-se contra o fracasso

Aqui entra o papel dos seguros, para proteger seu patrimônio e sua renda. E por falar em proteger a renda, aqui fica claro como mesmo quem ainda está construindo o patrimônio pode tomar uma das melhores medidas para estar financeiramente pronto: No seguro de vida existe uma cobertura que você pode contratar para justamente garantir sua renda no caso de afastamento do trabalho por acidente ou doença. Assim, seu planejamento financeiro não fica comprometido.
Se você fez bem a etapa número 1, acima, sobra tanto para a proteção dos seguros quanto para a etapa seguinte.

3 – Investir para aposentadoria ou projetos futuros

Em vez de falarmos de aposentadoria, é preferível adotarmos a expressão “independência financeira”. Afinal, é claro que é preferível não corrermos o risco de não estarmos nas melhores condições para continuar trabalhando e sermos obrigados a trabalhar por não termos reservas financeiras. Mas, além disso, hoje em dia é comum chegarmos na idade em que poderíamos nos aposentar e ter disposição de sobra para continuar trabalhando. Então, mesmo nesta situação é importante ter atingido a independência financeira, pois você pode trabalhar em algo que gosta, e não porque precisa.
Para isso, um grande aliado é a Previdência Privada, que pode lhe dar acesso a rentabilidades diferenciadas com a garantia de que as regras não vão mudar como acontece na Previdência Social.
E, com o tempo, você pode reduzir as coberturas do seguro de vida, porque já terá acumulado um valor significativo na Previdência Privada, que você mesmo pode utilizar em vida, ou que pode ser liberado para dependentes sem passar por inventário. Assim, você reduz custos com seguros ao mesmo tempo em que continua protegido.

Quer ajuda neste processo? Fale conosco: sorella@sorellaseguros.com.br ou 47 3222 0284.

Como o seguro de vida pode ajudar a garantir sua aposentadoria

 

Quando você não tem um Seguro de Vida com coberturas para as possíveis situações de invalidez ou afastamento temporário do trabalho, caso lhe aconteça de um acidente ou doença lhe impedirem de trabalhar, a sua renda fica comprometida e, consequentemente, também fica qualquer projeto que, querendo ou não, depende da sua renda.

 

O pagamento do INSS também depende da nossa renda. Contudo, ao vermos que a aposentadoria via Previdência Social tende a ter regras que dificultam cada vez mais uma vida digna no futuro, a orientação de consultores financeiros tem sido a de contribuir para o INSS com o mínimo possível, ao mesmo tempo em que buscamos proteção financeira de outras formas. Veja algumas delas:

 

Para garantir sua tranquilidade na aposentadoria, você pode ter:

– Investimentos em dinheiro que lhe rendam juros suficientes para lhe manter;

– Imóveis cujos aluguéis cubram suas despesas;

– Um projeto empreendedor que lhe permita retiradas em forma de pró-labore ou distribuição de lucros para seu sustento.

– Uma previdência privada que venha a lhe render pagamentos mensais ou um montante que você pode sacar de uma vez só para administrar por conta própria a partir de então.

 

Qualquer das alternativas acima precisam ser construídas a partir da renda que você tem agora, e que deve, preferencialmente, aumentar com o passar do tempo.

 

Por isso, lembre-se que uma vida mais modesta vai lhe permitir tanto investir para seu futuro quanto para ter o seguro que vai garantir a renda para que os investimentos não precisem ser interrompidos, da mesma forma que o patrimônio que você já tiver construído não precisará ser desfeito.

 

Assim, você pode ficar tranquilo não só no futuro, mas desde agora.

 

Para cotações, entre em contato: sorella@sorellaseguros.com.br ou 47 3222 0284

 

2 passos para garantir seu futuro com seguro de vida e previdência privada:

 

Já escrevemos aqui sobre como compensar as perdas com as mudanças na Previdência Social. E como não podemos contar apenas com o INSS para garantirmos uma vida tranquila, convém pensarmos em alternativas para as perguntas:

Se lhe acontecesse algo e você não pudesse trabalhar (mesmo que temporariamente), quanto tempo você poderia viver sem sua renda?

Se você chegar a uma idade em que não consegue mais desenvolver a atividade que lhe gera renda, como você se manteria até o fim da vida?

Se você não voltasse para casa hoje, como a família se sustentaria?

 

É aqui que entram as soluções de seguro de vida e previdência privada para garantir seu presente e seu futuro em 2 passos:

 

1 – Enquanto você ainda é jovem, tenha tanto seguro de vida quanto previdência privada:

O seguro de vida será para garantir sua renda nos casos de afastamento temporário no caso de invalidez, e/ou para garantir o sustendo da família no caso do seu falecimento. A previdência privada será para sua aposentadoria ou projetos futuros. Mesmo quando a preocupação é ter renda no futuro, ter o seguro além da previdência garante que você vai poder continuar com as contribuições para a previdência graças ao seguro.

 

2 – Na medida em que o tempo passa, revise suas coberturas de seguro, podendo priorizar a previdência privada:

Assim que você vai atingindo uma idade mais avançada, sua previdência privada tem boas chances de já ter acumulado um valor significativo. Neste caso (e com ajuda do seu corretor) a cobertura do seu seguro para o caso de morte, por exemplo, pode ser reduzida ou, até mesmo, eliminada. Afinal, o montante que você juntou na previdência já cumpre o papel de proteger os projetos dos seus dependentes.
Mesmo outras coberturas do seguro de vida podem ser revisadas e talvez até retiradas da apólice.

Se você ainda não tinha pensado nisso, entre em contato: 47 3222 0284 ou sorella@sorellaseguros.com.br

Vamos planejar e garantir seu futuro!

Sorella é notícia na Taba Magazine com dicas sobre Seguros

Clique aqui para acessar a entrevista com Dalva Beduschi, Diretora da Sorella Consultoria e Corretora de Seguros.

A reportagem apresenta informações sobre o mercado segurador, e sobre as soluções: Seguro de Vida, Seguro Saúde, Seguro Residencial, Seguro Auto, Previdência Privada, entre outros.

Errata:

Na matéria, onde consta a informação de que apenas 7% dos motoristas não têm seguro auto, a informação correta seria: 70% dos motoristas não tem seguro auto (apesar de este ser o seguro mais comercializado).

 

Para mais informações ou cotação de seguro, entre em contato:

47 3222 0284

sorella@sorellaseguros.com.br

Previdência Privada e Seguro de Vida compensam mudanças do INSS

Com as novas mudanças em andamento nas regras do INSS, precisamos lembrar que nada impede que ainda mais alterações aconteçam ao longo do tempo. E como sabe-se que dificilmente as mudanças serão em benefício da população, os brasileiros vêm buscando alternativas.
Como a Previdência Privada e o Seguro de Vida são cada vez mais procurados para compensar estas mudanças, convém saber como e por que estas soluções podem lhe beneficiar.

 

Dalva Beduschi Entrevista na Record Mudanças no INSS

Aqui, sugestões na entrevista com nossa Diretora, Dalva Beduschi, à RIC TV Record:

Parte 1 – clique aqui

Parte 2 – clique aqui

 

E abaixo, mais orientações para compensar cada mudança:

  • Compensando o aumento da idade mínima e do tempo mínimo de contribuição para aposentadoria:
    A idade mínima passa a ser de 65 anos tanto para homens quanto para mulheres, para reivindicar aposentadorias. Já para receber aposentadoria integral, será necessário contribuir por 49 anos (pode-se contribuir por menos tempo, mas não se recebe a aposentadoria integral). E o tempo mínimo de contribuição passa de 15 para 25 anos.

 

O que a Previdência Privada pode fazer por você:
A Previdência Privada acaba trazendo grandes vantagens no longo prazo, pois como a tributação ocorre somente no momento do resgate, os valores investidos ao longo do tempo ficam rendendo sem sofrer a perda que ocorreria em outros investimentos que tem come-cotas, por exemplo.
Outra vantagem é que mesmo o pequeno investidor passa a ter acesso a rentabilidades muito mais atrativas sem precisar de conhecimento técnico sobre investimentos. Basta manter o hábito da poupança.
Assim, a Previdência Privada acaba servindo não só para a aposentadoria, mas também para qualquer outro projeto futuro que dependa de acúmulo de dinheiro. Você ainda pode escolher entre sacar todo o dinheiro e administrar por conta própria, ou ter uma renda a partir do valor acumulado.

 

  • Compensando a mudança na pensão por morte:
    No caso de pensão por morte, o valor pago à viúva ou ao viúvo passará a ser de 50% do valor do benefício recebido pelo contribuinte que morreu, havendo um adicional de 10% para cada dependente do casal (chegando a 100% apenas se o casal tiver 5 filhos). As pensões também não serão mais vinculadas ao salário mínimo.

 

A solução através do Seguro de Vida e da Previdência Privada:
Com o Seguro de Vida, você é que determina o valor a ser deixado para quem depende de você.
E com a ajuda do corretor de seguros, ao longo do tempo pode-se fazer uma revisão: com o valor já acumulado na Previdência Privada, você pode reduzir coberturas do Seguro de Vida para o caso de morte, já que a Previdência Privada é liberada para beneficiários. E com isso, você pode, inclusive, reduzir custos com o Seguro de Vida.

 

  • Compensando a mudança na aposentadoria por incapacidade:
    Nos casos de condições especiais, pessoas com deficiência e aposentadoria por incapacidade, o que está sendo proposto é que trabalhadores submetidos a condições especiais de trabalho, prejudiciais à saúde, assim como as pessoas com algum tipo de deficiência, continuarão tendo “tratamento especial”, mas não poderão ser aposentar com menos de 55 anos de idade e 20 anos de tempo de contribuição.

 

Como o Seguro de Vida pode ajudar:
Muitas vezes as pessoas não sabem, mas o Seguro de Vida não tem cobertura só para deixar um valor para alguém quando o segurado vem a faltar. Também há coberturas para o próprio segurado aproveitar em vida, justamente nos casos de afastamento temporário ou invalidez permanente. Quando se tem estas coberturas contratadas, mesmo os imprevistos que nos afastam do trabalho permitem que, com as indenizações recebidas, possamos continuar nossos projetos de aposentadoria.

E uma grande vantagem tanto do seguro quanto da previdência privada: as regras não mudam ao longo do caminho.

Bem diferente do que se pode esperar em relação ao INSS, não?

E para finalizar, economize e fique ainda mais tranquilo contratando com corretor de seguros em vez de com o banco.

Aliás, a Sorella está aqui para ajudar. 🙂

Sua Previdência Privada PGBL pode ser deduzida do Imposto de Renda

Ao seguir as duas regras que estão detalhadas abaixo, você “recupera” um dinheiro que jamais voltaria para suas mãos de outra maneira.

É por isso que, além da proteção financeira, um plano de Previdência Privada do tipo Programa Gerador de Benefício Livre (PGBL) apresenta benefícios fiscais para o investidor.

Importante para a aposentadoria ou qualquer outro projeto futuro, esse tipo de investimento deve ser declarado no campo “pagamentos efetuados” no programa de preenchimento da declaração da Receita Federal.

As regras para poder deduzir o PGBL são:

1 – O contribuinte precisa preencher a declaração do Imposto de Renda no modelo completo;
2 – O contribuinte precisa contribuir para o INSS, caso trabalhe com carteira assinada, ou pagar o carnê-leão do ano fiscal caso receba aluguel, pensão alimentícia, ou no caso de ser um trabalhador sem carteira assinada (autônomos e profissionais liberais).

Atendendo às regras acima, você pode deduzir sua previdência no Imposto de Renda até o limite de 12% da renda bruta anual para pessoa física, e até o limite de 20% para pessoa jurídica. Isso quer dizer que se você recebe um salário mensal de R$ 10 mil, pode abater mensalmente R$ 1.200, ou R$ 14.400 por ano. Se, nesse caso, a contribuição for menor do que o valor a ser abatido, você pode deduzir todo o montante do seu investimento. Se for maior, você só poderá deduzir até esse limite.

O plano de previdência do tipo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) continua sendo interessante para quem não declara IR pelo formulário completo, sendo especialmente interessante para fazer planejamento sucessório (ou seja: definir herdeiros que ficarão com o dinheiro). O VGBL também é indicado para quem já atingiu o limite máximo de dedução fiscal ou é isento do pagamento de IR e quer aproveitar o diferimento fiscal. Ou seja: quando o investimento no PGBL já ultrapassou os 12% da renda bruta do investidor, pode-se complementar o investimento no VGBL, para aproveitar o fato de ser tributado só no resgate.

A vantagem de a Previdência Privada (tanto PGBL quanto VGBL) ser tributada somente no momento do resgate faz com que todo o valor investido fique rendendo ao longo do tempo (sem come-cotas ou qualquer outra tributação nos aniversários).

E com o dinheiro que você deixa de gastar e, ao mesmo tempo, ganha a mais, você ainda pode contratar um seguro de vida com coberturas que ajudam a compensar as mudanças nas regras do INSS para ficar ainda mais tranquilo.

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Saldo de FGTS de conta inativa rende mais se direcionado para Previdência Privada

O FGTS rende apenas 3% ao ano, somado à taxa referencial de juros. Por acabar rendendo ainda menos que a Poupança, os especialistas em investimentos recomendam que todos os trabalhadores que têm saldo inativo saquem os valores para aplicar de outras formas.

Com as mudanças em regras do INSS que acabam por dificultar as possibilidades de uma aposentadoria tranquila e digna, a Previdência Privada acaba sendo cada vez mais procurada. E o saldo do FGTS acaba trazendo a possibilidade de um aporte que acelera os resultados da Previdência Privada.

Para o saque do saldo do FGTS, o colaborador deve ter conta inativa com data de desligamento até 31 de dezembro de 2015 e também deve obedecer o calendário que começa em 10 de março de 2017.

“Turbinando” a Previdência Privada
Independentemente de quando você poderá sacar seu FGTS, caso você tenha outra reserva que também possa ser depositada na sua previdência, lembre-se que quanto antes o aporte for feito, mais tempo os juros sobre juros farão aquele valor crescer.

Para garantir que você vai realmente ganhar mais, aproveite as dicas que já demos no artigo que trata do comparativo entre banco e corretor na hora de contratar seguros e previdência. Portanto, procure um corretor de confiança para avaliar as melhores alternativas entre possíveis rendimentos, taxas de administração e de carregamento.

Dedução do IR
E quem tem Previdência Privada com um Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), ainda pode deduzir do Imposto de Renda (IR) até 12% da renda bruta anual (desde que faça a Declaração pelo formulário completo e também recolha INSS).

Assim, você acaba tendo dois possíveis benefícios ao utilizar o saldo do FGTS para fazer um aporte na Previdência Privada: maior rendimento e melhor aproveitamento de isenção fiscal.

Quer uma simulação sem compromisso ou tem alguma dúvida? Entre em contato!

Corretor em vez de Banco: Seguro e Previdência com mais dinheiro no seu bolso

A contratação de seguros de qualquer ramo e de previdência privada com o banco normalmente leva a grandes perdas financeiras para o cliente. Não por acaso, o movimento de “desbancarização” que começou nos Estados Unidos e Europa já está em andamento também no Brasil. Veja por que:

Quanto aos Seguros (Vida, Empresarial, Residencial, Auto, Viagem, ou qualquer outro ramo):
Enquanto o gerente do banco comercializa soluções simplificadas, não é técnico no assunto e coloca os interesses e metas do banco em primeiro lugar, com o corretor de seguros acontece o contrário: O corretor define um contrato que atende às necessidades do segurado, é um especialista, é legalmente responsável para defender os interesses do cliente, atende rápido e com riqueza de informações sempre à mão.

Quanto à Previdência Privada:
Os planos de previdência costumam ter as taxas de carregamento e de administração. Nos bancos, estas taxas costumam ser abusivas, corroendo o valor total que você poderia acumular. Imagine que, por ser um investimento de longo prazo, mesmo diferenças bem pequenas nos percentuais acabam levando a uma grande variação no valor que você acumula. E as diferenças nas taxas não são pequenas, causando maior impacto no longo prazo​. Com a preocupação tão presente de compensar as perdas com as mudanças nas regras do INSS, torna-se primordial aproveitar o corretor para que ele pesquise as menores taxas e a melhor rentabilidade.

Em resumo, lembre-se:

Banco:
Tem a especialidade financeira para cuidar de suas transações. Mas, para atender você com seguros e previdência, mesmo que o gerente também seja corretor, ele​ só terá as soluções do próprio banco ou de uma única seguradora parceira​. Por isso é tão comum que o cliente, através do banco, acabe pagando mais caro pelo seguro e, o mesmo tempo, tenha menos rentabilidade na previdência privada.
Sem contar a frequente prática de venda casada (Exemplo: ser obrigado a contratar seguro para ter determinadas condições em algum empréstimo), que é ilegal.

Corretor de Seguros:
É especialista em seguros e previdência privada, ​tendo todo o conhecimento para orientar o cliente em relação a coberturas realmente pertinentes. E, por ser independente, o corretor consulta todas as seguradoras, verá qual poderá atender melhor à necessidade pelo menor investimento​​​, podendo auxiliar o cliente mesmo fora do horário de expediente bancário.

Pense nisso na hora de investir em seguros e previdência. E, com o corretor, fique mais tranquilo por estar realmente protegido e com mais dinheiro.